O COLÉGIO

Nossa História


A implantação da obra salesiana em Rio do Sul partiu do pressuposto de que essa localidade teria um desenvolvimento significativo no futuro(Azzi, 1988, p.273).

Fotos antigas do Colégio Salesiano desde a sua fundação .

HISTÓRICO DO COLÉGIO DOM BOSCO

 A implantação da obra salesiana em Rio do Sul partiu do pressuposto de que essa localidade teria um desenvolvimento significativo no futuro(Azzi, 1988, p.273). Em 1926 foi criada a paróquia de Rio do Sul, on

de os salesianos passaram a fazer o atendimento religioso.

Em 1948 o ginásio funcionou com a 2ª e 3ª séries na casa paroquial; admissão e 1º ginasial no Colégio das irmãs.

 No dia 11 de junho 1948 começou-se a construção do Colégio Dom Bosco.  Sob a orientação do Dr. Dollato, o Sr. Afonso Naquim, de Blumenau, fez um contrato com o Colégio de construir o ginásio.



ORATÓRIO

O Oratório Festivo tinha como principal objetivo, oportunizar um contato maior com os salesianos, num clima bastante descontraído e agradável para facilitar o convite aos meninos para seguirem a vocação salesiana.

O Oratório Festivo é a obra principal, e a primeira também, na ordem cronológica da congregação. O dia 08 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, é o dia do Oratório, quando devem ocorrer comemorações especiais.

O Oratório Festivo de Rio do Sul é um dos que teve maior continuidade em sua existência. Em 1989, o coadjutor Ir Minella destina as atividades aos meninos carentes dos bairros mais afastados. Hoje o Oratório segue com características diferenciadas das iniciais mas, nos finais de semana, o Colégio abre as portas da escola para crianças e jovens que buscam uma ocupação  sadia para estes momentos.



INTERNATO

Já durante o primeiro ano, em 1948, foram admitidos alguns alunos em regime de internato, cuja organização ficou a cargo do P. Albano. Em 1956, devido ao aumento no número de internos, foram formadas duas divisões ( maiores e menores).

Em 1964 o internato ainda funcionava plenamente, não havendo porém, aumento no número de alunos. No segundo semestre notou-se claramente o início da crise do internato.

O internato durou 16 anos. Conforme P. Marcos Sandrini “havia uma grande motivação para a existência do internato em Rio do Sul: a carência de ginásios e científicos na década de 50 e 60. Na década de 70 já não havia mais necessidade do mesmo, tendo em vista a democratização da oferta do ensino de primeiro e segundo graus.

Com o fechamento, criavam-se as condições para que o Colégio Dom Bosco assumisse paulatinamente uma feição mais moderna, e mais próxima da realidade social, diz Riolando Azzi, historiador.

EXTERNATO

O externato tinha por característica permitir aos alunos maior contato com as famílias e a comunidade, o que resultava numa ação educativa de maior incidência em termos de desenvolvimento local.

O externato, hoje Colégio Dom Bosco, é obra educacional de caráter sistemático e foi iniciado em 1948.

O primeiro diretor do Colégio foi o P. Ângelo Moser. De 1951 a 1958 esteve à frente do Ginásio o P. Victor Vicenzi, período em que esse estabelecimento educativo se expandiu e afirmou-se na sociedade riossulense.

Em 1952 foi oficializado definitivamente o Colégio.

 Já em 1954, sentia-se, pelo aumento no número de matrículas, que o Colégio se tornaria pequeno, havendo a necessidade de se iniciar a construção de mais um pavilhão. O diretor, P. Victor Vicenzi anunciou então que o ano letivo de 1956 já funcionaria nas dependências do novo prédio do Ginásio.

 

AGIR PEDAGÓGICO

das atividades desenvolvidas pelo Colégio Dom Bosco, assumiu-se as seguintes dimensões:

·          filosofia preventiva de Dom Bosco: dar constante entendimento ao corpo docente sobre as características que a definem;

·          educação continuada dos educadores, através de projetos socializadores de informação, discussão e debate de temas geradores de desacomodação;

·          estudo e introdução de novas formas do fazer pedagógico (contextualização e interdisciplinaridade).

Visando o desenvolvimento de competências e habilidades o Colégio dispõe, conforme o interesse de seus alunos, atividades ligadas:

1.       às artes: teatro, música, dança, fanfarra, rádio jovem;

2.       ao esporte: Olimbosco, Olimbosquinho, Escolinhas de Esporte, participação nos jogos regionais;

3.       às ciências: laboratórios de informática, ciências naturais e da terra, além de projetos complementares ao currículo;

4.       à formação: encontros de formação e educação continuadas para jovens, pais e professores, projetos de liderança, celebrações: mensal na catedral e semanal no Colégio, sala solidária, trabalhos comunitários de relevância social;

5.       à socialização: acantonamentos, passeios, visitas, comemorações cívicas e datas festivas ou folclóricas;

6.       à solidariedade: Projeto educação Solidária, Articulação Juvenil Salesiana e Articulação Infantil Salesiana;

 

O AGIR EDUCATIVO

das atividades da Pastoral Escolar, assume as seguintes dimensões:

a)  Comunitária: a formação e dinamização em todos os ambientes da Comunidade Educativa Pastoral, tendo a comunidade Salesiana como núcleo animador;

b)  Cultural: a inserção crítica na cultura e na sociedade, pelo respeito e valorização das culturas de seu meio;

c)   Associativa: a promoção dos mais diversos grupos, sobretudo dos de compromisso cristão e dos que participam da missão salesiana e vivem o seu espírito como experiência de vida eclesial, tendo sensibilidade pelo movimento ecumênico local. Age em parceria com setores de evangelização e promoção integral da pessoa humana.

A Pastoral Escolar do Colégio Dom Bosco, fundamenta seu trabalho no objetivo de formar um cidadão mais crítico, capaz de tomar decisões e estabelecer relações mais harmoniosas com seu semelhante e com o mundo que o cerca, sendo então, também um bom cristão.

Os jovens e crianças, sujeitos de nosso agir educativo, constituem um segmento à parte dentro da Pastoral Escolar. O preparo e o cultivo dos adultos se torna indispensável para o sucesso de nossa missão educativa.

O segmento da Pastoral Escolar que trata dos educandos concentra-se num grupo intitulado Articulação da Juventude Salesiana – AJS. A AJS é uma organização de apoio mútuo e referência (articulação) entre grupos juvenis que se identificam com a espiritualidade juvenil salesiana.

A AJS é uma rede de grupos identificados com a mesma espiritualidade. O grupo que iniciou este movimento foi o Clubinho Dom Bosco, em 1998.

A AJS trabalha a formação humana e cristã dos jovens engajados. Considera a espiritualidade como a existência de cada um, vivida como crescimento na comunhão com Deus, na amizade com Jesus Cristo, guiados pelo Espírito Santo e progressivo engajamento na Igreja.

O grupo de líderes forma a Equipe de Articulação da Juventude Salesiana (AJS).

A AIS tem seus grupos estruturados nos mesmos princípios da AJS.

 

AGIR ECONÔMICO-FINANCEIRO-ADMINISTRATIVO

são as seguintes as diretivas:

·          visão patrimonial:  manter todo o patrimônio em permanente estado de conservação;

·          visão financeira: atuar em pleno equilíbrio financeiro e estudar constantemente a relação custo x beneficio dos investimentos propostos;

·          visão econômica: ter consciência de estar à serviço da educação;

·          visão gerencial: implantar e implementar a gestão estratégica, integrando as gestões de processo, pessoas, inovação e produtividade.


MOMENTOS HISTÓRICOS DO COLÉGIO DOM BOSCO

1945 – Acerto preliminar entre as Inspetorias das Filhas de Maria Auxiliadora e dos Padres Salesianos para dar início a um trabalho com os meninos da região do Alto Vale, tendo em vista a interposição ao crescimento do protestantismo;

1948 – Fundação do Colégio Dom Bosco – início das obras

Admissão de alunos internos e início do curso ginasial;

1949 – Em 04 de março iniciou-se o primeiro ano letivo do Colégio Dom Bosco com 137 alunos, tendo como Diretor o P. Ângelo Moser;

1950 – Em 14 de maio de 1950 – Ato inaugural do Colégio Dom Bosco;

1951 – Assume o Ginásio Dom Bosco como diretor, o P. Victor Vicenzi.

1952 – Primeira impressão do resumo dos estatutos do Colégio Dom Bosco, regulando a saída dos internos;

1952 – Início das atividades do curso Técnico de Contabilidade;

1956 - Divisão do Internato em turmas de menores e maiores, devido ao grande número de alunos;

1957 – Construção da primeira capela do Colégio e dos laboratórios de física e química e das dependências do Grêmio Estudantil. Inaugurados o refeitório dos Salesianos e alunos, a cozinha e as salas para o Científico;

1957 – Início das atividades com o curso Científico;

1958 – Em 21 de agosto é criada a Visitadoria Salesiana São Pio X com sede em rio do Sul. No dia 22 de outubro visita do Vice-Presidente da República – João Goulart.

1958 – Em 23 de novembro é inaugurado o órgão da catedral e instalada a Visitadoria Salesiana;

1959 – Inaugurado em 11 de maio a sede dos ex-alunos época em que o Colégio esteve sob a direção do P. Érico Schmengler ;

1964 – Início da construção do Auditório Dom Bosco – cinema, teatro e auditório;

1941 a 1966 – Funcionamento do Oratório Festivo;

1951 a 1958 – Período de grande expansão do Colégio Dom Bosco;

1964 – Declínio na procura de vagas para o internato

1965 – Finda-se provisoriamente o atendimento da clientela escolar sob a forma de internato, que manteve atividades por 16 anos. Assume a direção do Colégio o P. Guerino Strngari;

1969 – Venda da Chácara localizada junto a BR 470;

1970 – É diretor do Colégio, o P. Pedro Antônio de Lima Neto que impulsiona a Pastoral da juventude. 

1971 – Adoção de matrículas de alunos de ambos os sexos, estando o Colégio sob a direção do P. Ervin José Conzatti;

1971 – Concessão de espaço para abrigar a UPPE – Unidade de Proteção ao Pré-escolar – Projeto Casulo, Chapeuzinho Vermelho, Domingos Sávio e AJIVB;

1972 – O noviciado Salesiano funciona em Rio do Sul. Em destaque a formação de líderes.

 -  IV feira de ciências de Santa Catarina realizada em Blumenau, a maior atração foi o helicóptero, movido a motor volkswagen, construído pelos alunos do Colégio .

1974 – Ano de reformas e atualização. Com a ajuda da Alemanha são construídos 600 m2 de lajes nos antigos dormitórios do internato. Foram reformadas as canchas de esporte. Reforma da fachada do cinema;

1975 – O Colégio está sob a direção do P. Evaldino Ropelato, que procede a uma repintura do prédio, preparando-o para os festejos dos 25 anos do Colégio e de ordenação do P. Orestes Satler. A crônica faz a seguinte referência aos estudos: “Trabalhamos com 1300 alunos.

1975 – Trabalho integrado na primeira série do ensino Médio, compreendendo a utilização do Instituto Maria Auxiliadora, com as disciplinas de português, inglês, artes,  Colégio Evangélico Rui  Barbosa, com as disciplinas de química, física, biologia e matemática e o Colégio Dom Bosco com as disciplinas referentes às ciências sociais  e educação física;

1975 – Dia 27 de dezembro – incêndio destrói o Auditório Dom Bosco;

1976 – Início das atividades de funcionamento do SENAI em Rio do Sul, nas dependências do Colégio Dom Bosco;

Em 1976, o cronista declara haver “mais de 1500 alunos entre jardim de infância, pré – primário,  primário, ginásio, segundo grau e SENAI”.

Começam a atuar com sucesso os Pequenos Cantores Dom Bosco. Aulas de violão são ministradas por professor de Blumenau; Comemoram-se os cinqüenta anos da chegada dos salesianos em Rio do Sul. Foram instalados em todos os ambientes aparelhos acústicos da Cotempo.

1977 – Com o término das atividades do Curso Científico dá-se o início das atividades do curso Auxiliar de Escritório; a meta é a criação de uma autêntica comunidade educativa; bodas de ouro do P. Francisco Spaeth com grandes homenagens;

1970 – 1985 –
Funcionamento da Escola de Datilografia Dom Bosco com doze máquinas;

1971 a 1978 – Funcionamento do Dédalo – danceteria da própria escola, que gozava de bom prestígio entre as autoridades riossulenses;

1978 – Início da reforma do auditório Dom Bosco após o incêndio.

1978 – Construção de área destinada à Biblioteca, Cantina e Sala de Vídeo, sob a administração do então diretor, P. Evaldino Ropelato;

1979 – Os salesianos voltam a atender a catedral. Assume a direção do Colégio, P. Tercílio Nardelli. Em 02 de junho é lançado o primeiro disco dos Pequenos Cantores Dom Bosco, com músicas do Acácio Santana;

1980 – Em 25 de julho falece o P. Francisco Spaeth e logo em seguida seu amigo, P. Pedro Heisel. Neste ano foi autorizado a construção do Ginásio de esportes;

1981 – Início da construção do Ginásio de esportes, sob a administração do P. Tercílio Nardelli. Em 30 de maio é gravado o segundo LP dos Pequenos Cantores de Dom Bosco;

1982     - Junho: fecha-se o cinema, por não atender ao requisito da filosofia salesiana como sendo um instrumento de educação;

1983    – Assume a direção o P. Faustino Chiamenti que reconceituou o fazer pedagógico. renova a pintura do colégio, forma um conselho de pais, com representantes de cada turma, revitaliza o grêmio estudantil. Grava-se o terceiro LP dos Pequenos Cantores. O Sr Franz Russ  completa 50 anos de Brasil, vindo da Alemanha;

A tecnologia marca e define novos tempos/espaços de comunicação, que interessou ao educandos. Foram feitos pesados investimentos em novas tecnologias, colocando o Colégio na vanguarda.

Em vários momentos o Colégio atuou  com curso pré-vestibular, quando os jovens não dispunham deste serviço na comunidade.

1984 – Falecimento do P. João Wagner em 03/07, do sr. Franz Russ em 29/07 e em novembro, na Alemanha, do P. Erico Schmengler, terceiro diretor do Colégio; assume como inspetor salesiano o P. José Jovêncio Balestieri.

1984    Inicia-se uma nova perspectiva na educação do segundo grau – educação geral;1985 -  Em  março , dá-se o início as construções que abrigarão o Jardim de Infância do Colégio;

1986 – Reestruturação econômico - financeira da instituição com investimentos no patrimônio; intensificam-se  os princípios da educação libertadora; é fundada a APP e recebe-se a visita do P. Techera e reassume a direção do Colégio, P. Ervin José Conzatti;

1987 – Realização do Congresso do Sistema preventivo em Rio do Sul e comemoram-se os cinqüenta anos de ordenação dos P. Victor Vicenzi e João Wagner;

 

1986 – Finda-se o longo período de formação de contadores para o Alto Vale do Itajaí, com a duração de 34 anos, juntamente com o curso de Auxiliares de Escritório. O Colégio se destacou na preparação para técnicos em Contabilidade e secretariado.

1988 – Aquisição dos primeiros microcomputadores para a instalação do laboratório de informática; realizam-se reformas e comemora-se o centenário da morte de Dom Bosco;

1989 – reiniciam as atividades do Oratório Festivo e o Colégio assume a educação libertadora;

1990 – Inicia-se a década de trabalho pela melhoria pedagógica, reforçando os investimentos nas áreas da música e do esporte.

1990 – Desmembramento de terra, 5.492,25 m2 visando à construção de Shopping Center para a cidade de Rio do Sul;

1991 – Assume a direção do Colégio, P. Lino Fistarol.

1991 – De 21 a 27 de setembro dá-se a Iª OLIMBOSCO – Olimpíada do Colégio Dom Bosco;