APRESENTAÇÃO

No Colégio Dom Bosco, vivemos e existimos como educadores e educandos – todos aprendentes – para educarmos e nos educarmos de forma integral para a vida! Educação Integral que visa gerar novas atitudes de vida, novas capacidades e competências, que permitam clarificar os projetos de vida de todos os aprendentes, para viver em comunidade, atuar e intervir eficazmente na transformação da realidade.

Vivemos a concretização da educação integral, na linha da aprendizagem significativa, teoria das inteligência múltiplas e conhecimento em rede, do pensamento complexo e visão sistêmica, do desenvolvimento de competências.  

Temos consciência que educação integral é uma questão de escolha, tendo em vista que nossa melhor aula é a vida e o preparar-se para viver de forma integral e com qualidade.

Estamos preocupados em fazer chegar aos alunos informações e conteúdos necessários a sua melhor e mais completa formação intelectual, acadêmica e moral e desejamos fazer isso em um ambiente educativo, com espírito de família, afetivo, marcado por salas de aula e pátios nos quais interajam e aprendam profundamente, com a presença educativa de educadores em meio a seus educandos, que ajudem no processo de construção do conhecimento.

Galeria com Imagens Históricas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DA IDENTIDADE DA ESCOLA

O Colégio Dom Bosco faz parte de um amplo movimento de educação, iniciado por São João Bosco, sacerdote italiano do século passado (1815 – 1888). De Dom Bosco, herdamos o estilo e a finalidade da educação que realizamos, os quais encontram-se sintetizados no Sistema Preventivo.

A finalidade foi sintetizada na máxima concisa e clara: formar bons cristãos e honestos cidadãos.

 

DA FILOSOFIA

A Congregação Salesiana, quando iniciou suas atividades no Alto Vale do Itajaí, pautava-se por um firme propósito: a intencionalidade de atender as necessidades de um determinado segmento social, nesta região.

A filosofia salesiana de educar é a mola propulsora da Congregação Salesiana à qual pertencemos e por onde norteamos nossas atividades. De Dom Bosco temos: “É impossível educar a juventude, se não lhes conquista a confiança”. Mas e como se realiza isto? “Fazendo tudo o que pudermos para que os meninos se aproximem de nós, quebrando todas as barreiras que possam conservá-los afastados”.

Nossa filosofia traduz-se, no “Sistema Preventivo de Dom Bosco” que é fundamentado pela tríade “razão, religião e amorevolezza”.

O Sistema Preventivo originou-se da práxis de Dom Bosco com jovens carentes, onde ficou evidente que se “ensina melhor” quando a convivência é efetiva, e todo o processo é preventivo. O termo preventivo parte do pressuposto que o educador deve ter a iniciativa de interessar-se pelas necessidades materiais, psicológicas e espirituais do jovem, traduzindo-as em “fins educativos devidos e autonomamente selecionados e hierarquizados”. (BRAIDO, p. 13).

Segundo Dom Bosco, “preventividade é trabalho positivo para tornar possível o crescimento interior, a criação e reforço das boas atitudes de honestidade, de moralidade, de laboriosidade, de religiosidade e socialidade”. (ibid.)

A criação de escolas, portanto, para Dom Bosco, não partiu primeiramente da necessidade de cultura, mas partiu da necessidade decorrente da vida do jovem.

A carência abrange todas as situações presentes na vida dos jovens, podendo ser encontradas no campo emocional, psicológico, social, político, religioso ou econômico. Sabe-se que um grande número de educandos, encontram-se excluídos de processos vitais, de qualidade, porém com esta afirmação não se pode concluir que a causa seja somente de fundo econômico.

Desta forma o sistema Preventivo e a filosofia salesiana de Dom Bosco, pretendem ações formativas com diversos segmentos sociais, a fim de formar bons cristãos e honestos cidadãos.

O Sistema Preventivo é fundamentado na tríade Razão, Religião e Amorevolezza, termos que permeiam, ao mesmo tempo, dinamicamente intenções, fins e objetivos, conteúdos e programas, meios e métodos. Eles exprimem as dimensões fundamentais do humanismo pedagógico tendencialmente integral que Dom Bosco procura que o jovem assimile”. (BRAIDO, p. 13)

 

RAZÃO - significa antes de tudo a racionalidade, guia de vida, através das ideias e das verdades e não mediante a sugestão ou pressão emotiva e sentimental, mas na razão, na concepção vivida por Dom Bosco.. É resultado do clima de família. (BRAIDO, 1955, p.183). Clima de família, significa uma relação harmoniosa, afetiva e equilibrada entre os seus. Dom Bosco preferia a estimulação positiva e os meios de persuasão e da caridade às punições.

A razão é considerada então como uma dimensão do amor. Iluminada pela fé, a razão preside o trabalho educativo, controla os excessos da afetividade, impregna de senso comum o ambiente educativo, busca o essencial e o simples, fugindo do artificial e complicado, do estranho e raro.

É a superação da consciência ingênua, para o exercício da consciência crítica, para que as pessoas não se tornem vítimas das influências dos fenômenos sócio-culturais, mas se tornem capazes de uma visão objetiva das coisas e livres de tudo o que é instintivo e massificante.

A razão refere-se à dimensão da ciência e da honestidade. A razão, dá significado a crença na capacidade do jovem, ao permitir que ele exerça lideranças numa sociedade que, bem cedo outorgou-lhe atestado de maturidade para empreender sua liberdade de ir e vir, de iniciar-se no mundo do consumo, do sexo, das drogas, mas não o exercita na arte de decidir sobre os destinos desta sociedade que será mais sua do que dos adultos.( SANDRINI, 1989, p. 22)

 

A RELIGIÃO - é elemento imprescindível de uma educação libertadora, porque ajuda a descobrir e viver a dignidade de filho de Deus.No Sistema Preventivo, a religião ocupa-se dos valores cristãos, da fé e moralidade cristãs.

O verdadeiro sentimento da religião está na conversão do coração e da fé esclarecida. Segundo Dom Bosco, a autêntica educação é uma atitude de serviço ao outro e que brota da caridade evangélica. Há um amadurecimento para os valores do humano e do transcendente.Da religião Dom Bosco dizia: “Pois eu tenho para mim que sem religião não se pode fazer nada de bom entre os jovens”.(MB. XIII: p. 557 – apud GIRARDI)

Para Dom Bosco  a religião deveria ser algo de vivo e natural. A religião deveria ser um hábito, não algo que servisse somente em certas circunstâncias.

 

A AMOREVOLEZZA - o amor, fonte do Sistema Preventivo de Dom Bosco, é a caridade compreensiva, que cria as condições para o fato educativo. É o amor educativo que se expressa em dedicação, cuidado, comunicação e amizade. É o amor libertador que favorece novas relações de justiça e de fraternidade.

É parte das estratégias usadas por Dom Bosco a presença animadora do educador, que desperta a participação e espírito de família que mantém a solidariedade. O espírito de família requer um ambiente sereno, cheio de compreensão, sem formalismo nem barreiras, num clima de espontaneidade e alegria.

A palavra amorevolezza, quase intraduzível para o português significa: amor sobrenatural, mistura de racionalidade e compreensão humana, paterna e fraterna. Esta palavra em Dom Bosco abrange a caridade sobrenatural, (virtude teologal), a razão, (originando a compreensão) e o afeto (expressão externa). Então o relacionamento será filial e fraterno.

Amorevolezza é amor-afeto demonstrado e caridade-doação alegre que se externa em palavras, atitudes concretas de aceitação e de simpatia. Inclui compreensão, afeto benevolente, demonstrado e visível. Deve levar a um clima de confiança, de participação e cooperação entre educandos e educadores.

O espírito de família, de espontaneidade, sem títulos nem distâncias, deve ocasionar um relacionamento democrático entre todos os participantes da comunidade.

A escola Salesiana do século XXI, presente em cerca de 130 países, tem no Sistema Preventivo de Dom Bosco, valores impressionantemente atuais para os desafios da educação moderna.

 

O Sistema Preventivo é, acima de tudo, o próprio Dom Bosco, a sua pessoa, a sua vida, o seu tipo de presença entre os educandos. O método educativo salesiano é encontrado e estudado na pessoa e na prática de Dom Bosco  A ação educativa e pastoral dos Salesianos se utiliza então da práxis de Dom Bosco, da prática educativa dos Salesianos e das conquistas educacionais dos últimos tempos.

 

DA FILOSOFIA DE DOM BOSCO NO ATUAL CONTEXTO

A filosofia de Dom Bosco já conta com mais de cem anos. No atual contexto, permanece viva e é recomendada como forma de educar por vários estudiosos pelas características que a compõe. Nota-se que a Filosofia de Dom Bosco nunca foi tão atual, tão necessária, tão aplicável. Ele afirmava “É necessário que procuremos conhecer os nossos tempos e adaptar-nos a eles; isto significa respeitar os homens” (MB, XVI, p.416), o que pretende, estudo e análise do tempo atual, para colher dele as suas exigências e o que é mais importante, toma como critério o respeito ao homem, considerando-o como o propulsor da mudança e construtor da história.

Como sinais destes novos  tempos temos:

·       A exploração, expressa claramente por uma minoria que concentra em si o ter, o poder e o saber;

·       A alienação, onde os meios de comunicações sociais invadem e dominam a cultura dos povos;

·       A desorientação religiosa, provocada pelas contradições da sociedade;

·       A emergência de valores nos diversos segmentos sociais;

·       A secularização e progresso das ciências e da técnica;

·       A democratização e o desenvolvimento do sentido social;

·       A libertação e busca da justiça;

·       A personalização e consciência da dignidade de cada pessoa;

·       A promoção da mulher e valorização da feminilidade;

·       O Protagonismo e co-responsabilidade numa sociedade cada vez mais complexa: hierarquia dos valores e pluralismo de opiniões.

·       Educação à cidadania e presença formativa de muitas agências paralelas e discordantes;

·       A Veiculação dos novos temas geradores: paz, ecologia, solidariedade, direitos humanos.

Quanto aos jovens vemo-nos nas seguintes situações:

·       Jovens que têm condições econômicas de se desenvolver social e culturalmente e optam por fazê-lo ou não;

·       Jovens que estudam, mas que vivem na insegurança de um futuro viável;

·       Jovens na sua grande maioria sem projeto de vida, por estarem desorientados;

·       Jovens que se vêem obrigados a trabalhar para sobreviver;

·       Jovens desorientados e frustados e por vezes no caminho da marginalização crescente.

No ato educativo, vimos emergir:

·       os valores positivos dos sinais dos tempos, que ocasionam um verdadeiro crescimento em humanidade;

·       a afirmação da centralidade do homem, sublinhando a subjetividade (autoconsciência, liberdade e protagonismo), vendo o jovem como primeiro autor de seu crescimento enquanto é pessoa consciente e livre, e portanto não só capaz de assimilar e receber, mas de criar e modificar, formando convicções e idéias próprias.

Este é o contexto sócio-político-econômico e cultural em que estamos inseridos e para o qual devemos uma resposta. Devemos crescer continuadamente na proposta de Dom Bosco, adequá-la aos novos tempos. Tempos que viram nascer a valorização da pessoa, da sua liberdade e autodeterminação, onde a verdade é concebida,  é vivida  como busca e patrimônio de todos, onde o pluralismo é considerado não só uma realidade social, mas também um valor.

Partindo-se da premissa de que a educação tem por objeto a pessoa e que o contexto global multiplica os obstáculos de desenvolvimento desta mesma pessoa é importante lermos a educação como fonte de liberdade pessoal, onde o educando é o primeiro agente da própria transformação.

Desta forma, é preciso levar o educando a tomar consciência da própria situação, a descobrir as próprias capacidades, a assumir o papel da própria formação e a comprometer-se com os valores que levam efetivamente a uma vida com qualidade. Nasce daí a educação para as competências.

 

Para tanto são necessárias:

·       uma educação criativa – que antecipa o novo tipo de sociedade. Faz nascer a consciência da dignidade humana, da autodeterminação, da solidariedade, do respeito mútuo e da justiça;

·       uma educação aberta ao diálogo – que desperta a consciência crítica para a existência de modelos de pessoa/sociedade impostos pelos Meios de comunicação social;

·       uma educação adaptada à realidade – que cria canais de expressão da história e da cultura, que seja capaz de promover mudanças construtivas, que ofereça canais de participação efetiva na sociedade;

·       uma educação libertadora – que supera a alienação, a acomodação, a ignorância, a miséria, o egoísmo e o fechamento em torno de si mesmo, levando o ser humano a abrir-se para o outro, porque é no relacionamento que o homem cresce como pessoa.

 

Educar no estilo de Dom Bosco, hoje, significa amar os jovens, acreditar neles, aprender com eles, colocar-se em atitude de procura, de compreensão, de diálogo e de presença. É preciso reflexão contínua da prática educativa. Deve o educador  munir-se de uma sólida cultura para compreender os mecanismos que regem a sociedade de hoje e manter-se animado de autêntica espiritualidade.

 

A experiência educativa salesiana vivenciada através do sistema Preventivo considera:

·       observação e análise crítica da realidade onde se está inserido(VER-RAZÃO);

·       confronto desta realidade com as exigências do evangelho(JULGAR-RELIGIÃO);

·       os encaminhamentos das ações transformadoras da realidade pessoal e social(AGIR – RELIGIÃO);

·       permeados pela convivência amigável, pelo diálogo, pela participação de todos, pela alegria de uma ação conjunta(AMOREVOLEZZA).

 

A prática da amorevolezza vem ao encontro das necessidades dos educandos, como oferta de acolhida e atenção pessoal, como oportunidade de afirmação de sua liberdade e criatividade, valorizando seu jeito jovem de ser, de se expressar, resgatando a alegria de viver  intensamente: como experiência da comunicação mais profunda, seja pela atitude de empatia, de escuta, de amor desinteressado por parte do educador, seja pela oportunidade de encontro e experiências de grupo que oferece. Os educandos rejeitam atitudes, comportamentos estereotipados e puramente funcionais, quando se trata de uma  autêntica relação de amizade.

 

Vivemos um momento de reflexão, revisão e mudanças na concepção e na prática evangelizadora e educativa.

 

 Dom Bosco inspirou-se no Evangelho quando apontou um caminho a ser seguido por todos que optassem por educar o bom cristão e o honesto cidadão.

A filosofia salesiana entende que a missão  de evangelização passa através da escolha educativa – educar evangelizando e evangelizar educando, respeitando certamente, a intencionalidade e as distinções de cada uma das ações. Cada uma possui finalidade própria e caminhos e conteúdos peculiares mas, urge que as unamos harmoniosamente numa complementaridade orgânica.

Vejamos: a educação é um conjunto de valores humanos em constante evolução. Sua intencionalidade é a de promover o homem, ou seja, de fazer o  educando aprender a “profissão de ser pessoa”.  Este processo realiza-se numa longa e gradual caminhada de crescimento, hoje interminável. Preocupa-se em tornar mais responsável a liberdade, e desenvolver mecanismos da pessoa que referenciam a sua consciência, a autenticidade de seu amor, a sua dimensão social. É um processo de personalização a ser desenvolvido pessoalmente.

Já a evangelização pertence à ordem dos acontecimentos que nascem da presença de Deus na história. Não se identifica simplesmente com normas éticas, porque é revelação do transcendente. A educação encontra seu significado integral e uma razão de força a mais na mensagem do evangelho. A evangelização está toda orientada para o homem vivo e encontra sua eficácia nos aspectos pedagógicos.

Educar evangelizando, significa sobretudo nunca esquecer a unidade substancial da pessoa do educando. A atividade educativa deverá portanto, manter-se inteligentemente aberta a quem lhe indica com clareza e objetividade a finalidade suprema da vida humana e ser fundamentada numa antropologia que não exclua o acontecimento histórico de Jesus Cristo.

Um conjunto de crenças e valores, expressa com propriedade, as peculiaridades e particularidades desta filosofia.

O Colégio Dom Bosco fundamenta ainda suas ações num conjunto de  princípios, cujas fontes são além do Evangelho de Jesus Cristo: a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente.

As escolas salesianas, e especificamente o Colégio Dom Bosco, agregaram à proposta de Dom Bosco, o  Projeto Pedagógico Brasileiro, expresso na LDB, os PCNs e Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina e valores básicos da cidadania brasileira, expressos na Constituição.

Para uma instituição da Rede Salesiana ser bom cristão significa:

1.     contribuir para a construção do Reino de Deus

2.     viver a palavra de Deus plenamente

3.     reconhecer e amar o outro como irmão, filho de Deus

4.     reconhecer e desenvolver a capacidade de perdoar

5.     capacitar-se para a promoção do outro

6.     cultivar a fé.

 

Considerando a construção do honesto cidadão, temos a formação:

1.   do sujeito crítico/criativo,

autônomo/cooperativo,

livre/responsável,

comprometido com o que é público

2.   do respeito mútuo e reconhecimento da diversidade cultural

3.   dos ideais da solidariedade humana

4.   da igualdade e eqüidade

5.   do espírito de justiça.

 

Ser ”bom cristão e honesto cidadão” sintetiza o perfil ideal de uma pessoa humana:

  • que se empenha a corresponder à graça divina do Dom da vida, respeitando as   leis de Deus e vivenciando a sua fé todos os dias;
  • que realiza a sua vocação, contribuindo para o bem e o progresso da sociedade, através do trabalho, de uma vida honrada e exemplar, do empenho e compromisso pelo bem comum, usufruindo com alegria de tudo de bom que a vida pode oferecer.

 

ELEMENTOS QUE IDENTIFICAM A PROPOSTA SALESIANA de educação do COLÉGIO DOM BOSCO:

1.    Valor educativo do ambiente

1.1  Condições materiais:

1.1.1     ambiente educativo, instalado numa área de 21.651,45 m2, localizada no centro da cidade;

1.1.2     área construída é de 10.880,80 m2, com o Centro de Educação Infantil em construção térrea, Auditório;

1.1.3     complexo poli-esportivo com ginásio de esportes, campo de futebol suíço, duas quadras polivalentes e complexo para atletismo;

1.1.4     centro de Eventos, Centro de Estudos Avançados e Informática, Laboratório de Ciência Naturais e da Terra, biblioteca, sala de vídeo, salas de Inglês, artes, química e biologia, matemática, sala de espera, cantina, salas de projeção e biblioteca; salas para o desenvolvimento da pastoral escolar;

1.1.5     pátio de 8.656,75 m2 e área coberta de circulação de 1.144.26 m2.

1.1.6     dois belos parques com área equivalente a 1.803,25 m2;

As condições materiais embora amplas facilitam a aproximação e harmonizam as relações, permitem a expansividade sem que ocorra a dispersão, favorece contatos pessoais e experiências grupais. Privilegia-se o contato com a natureza, a consciência da limpeza como compromisso de todos e a funcionalidade dos equipamentos.

1.2  Condições Pessoais

1.2.1     Acolhimento pela possibilidade de livre manifestação em suas opiniões;

1.2.2      Participação na dimensão do respeito à diversidade;

1.2.3     Confiança no crescimento pessoal do educando;

1.2.4     Personalização das potencialidades de cada educador/educando, observando-se a necessidade de progressos pessoais;

1.2.5     Incentivo mútuo: motivação, autonomia, progressos na autodeterminação;

1.2.6     Valorização e estimulação do jovem, propondo a participação nos processos escolares ou comunitários com autonomia de decisão, execução, levando-o à avaliações e autoavaliações;

1.2.7     Processo permanente de educação continuada dos educadores.

1.3.1        Proposta Educativo – Pastoral que pretende organizar as relações, experiências, metodologias, planejamentos, conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais e suas avaliações sob a luz de um conjunto de princípios, cujas fontes são: o Evangelho de Jesus Cristo, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição Brasileira, dentre outros.

1.4            A Filosofia Salesiana de Educar

Valores que caracterizam nosso ambiente educativo são:

1.4.1        No Colégio Dom Bosco a educação se realiza por interações e o Sistema Preventivo é o Estilo, a nossa forma de estabelecer esta relação, interação, uma experiência de Dom Bosco, que se prolongou no tempo e espaço através da ação das comunidades de educadores, que a atualizam continuadamente. Portanto temos um estilo de educação, que se concretiza na ação e reflexão.

1.4.2        Comunidade Educativa Aberta: baseada no modelo democrático e participativo, cuja vivência em pequenos grupos é continuadamente experienciada. Consideram-se os grupos como ambiente privilegiado para a estruturação da personalidade, para a vivência dos valores, para a modificação de atitudes, para assumir novos papéis. Educandos reunidos em grupo de interesse aprendem a ser amigos, líderes, organizadores, animadores, mediadores.

1.4.3. Alcance político da experiência educativa: dar pleno entendimento da engrenagem em que nos encontramos inseridos, para não se correr o risco de reforçá-la, aniquilando qualquer esperança de solidarização planetária.

1.4.4.  Valorização pessoal e experiência comunitária: a articulação de projetos individuais e coletivos é a forma de construir-se um novo modelo de vida e contribuem para tanto, a redescoberta da intersubjetividade e do espírito de independência, mas ao mesmo tempo, de diálogo pluricultural, da consciência dos direitos e deveres, da participação e da responsabilidade pessoal.

O perfil do Colégio Dom Bosco pode ser sintetizado da seguinte forma:

·         Casa que acolhe – convivialidade que favorece para as experiência positivas e respeita a diversidade;

·         Paróquia que evangeliza – a presença constante da palavra de Deus como fonte inspiradora da educação e formação das atitudes e valores;

·         Escola que educa para a vida - onde a construção do conhecimento está à serviço do projeto de vida individual e coletivo;

·         Pátio para fazer amigos – os processos cognitivos e vitais ocorrem simultaneamente, então o pátio, local de plenas relações, funciona como fonte educadora permanente.

 

HISTÓRICO DO COLÉGIO DOM BOSCO

A implantação da obra salesiana em Rio do Sul partiu do pressuposto de que essa localidade teria um desenvolvimento significativo no futuro.(Azzi, 1988, p.273). Em 1926 foi criada a paróquia de Rio do Sul, onde os salesianos passaram a fazer o atendimento religioso.

Em 1948 o ginásio funcionou com a 2ª e 3ª séries na casa paroquial; admissão e 1º ginasial no Colégio das irmãs.

 No dia 11 de junho 1948 começou-se a construção do Colégio Dom Bosco.  Sob a orientação do Dr. Dollato, o Sr. Afonso Naquim, de Blumenau, fez um contrato com o Colégio de construir o ginásio.

ORATÓRIO

O Oratório Festivo tinha como principal objetivo, oportunizar um contato maior com os salesianos, num clima bastante descontraído e agradável para facilitar o convite aos meninos para seguirem a vocação salesiana.

O Oratório Festivo é a obra principal, e a primeira também, na ordem cronológica da congregação. O dia 08 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, é o dia do Oratório, quando devem ocorrer comemorações especiais.

O Oratório Festivo de Rio do Sul é um dos que teve maior continuidade em sua existência. Em 1989, o coadjutor Ir Minella destina as atividades aos meninos carentes dos bairros mais afastados. Hoje o Oratório segue com características diferenciadas das iniciais mas, nos finais de semana, o Colégio abre as portas da escola para crianças e jovens que buscam uma ocupação  sadia para estes momentos.

 

INTERNATO

Já durante o primeiro ano, em 1948, foram admitidos alguns alunos em regime de internato, cuja organização ficou a cargo do P. Albano. Em 1956, devido ao aumento no número de internos, foram formadas duas divisões ( maiores e menores).

Em 1964 o internato ainda funcionava plenamente, não havendo porém, aumento no número de alunos. No segundo semestre notou-se claramente o início da crise do internato.

O internato durou 16 anos. Conforme P. Marcos Sandrini “havia uma grande motivação para a existência do internato em Rio do Sul: a carência de ginásios e científicos na década de 50 e 60. Na década de 70 já não havia mais necessidade do mesmo, tendo em vista a democratização da oferta do ensino de primeiro e segundo graus.

Com o fechamento, criavam-se as condições para que o Colégio Dom Bosco assumisse paulatinamente uma feição mais moderna, e mais próxima da realidade social, diz Riolando Azzi, historiador.

 

EXTERNATO

O externato tinha por característica permitir aos alunos maior contato com as famílias e a comunidade, o que resultava numa ação educativa de maior incidência em termos de desenvolvimento local.

O externato, hoje Colégio Dom Bosco, é obra educacional de caráter sistemático e foi iniciado em 1948.

O primeiro diretor do Colégio foi o P. Ângelo Moser. De 1951 a 1958 esteve à frente do Ginásio o P. Victor Vicenzi, período em que esse estabelecimento educativo se expandiu e afirmou-se na sociedade riossulense.

Em 1952 foi oficializado definitivamente o Colégio.

 Já em 1954, sentia-se, pelo aumento no número de matrículas, que o Colégio se tornaria pequeno, havendo a necessidade de se iniciar a construção de mais um pavilhão. O diretor, P. Victor Vicenzi anunciou então que o ano letivo de 1956 já funcionaria nas dependências do novo prédio do Ginásio.

 

AGIR PEDAGÓGICO

das atividades desenvolvidas pelo Colégio Dom Bosco, assumiu-se as seguintes dimensões:

·          filosofia preventiva de Dom Bosco: dar constante entendimento ao corpo docente sobre as características que a definem;

·          educação continuada dos educadores, através de projetos socializadores de informação, discussão e debate de temas geradores de desacomodação;

·          estudo e introdução de novas formas do fazer pedagógico (contextualização e interdisciplinaridade).

Visando o desenvolvimento de competências e habilidades o Colégio dispõe, conforme o interesse de seus alunos, atividades ligadas:

1.       às artes: teatro, música, dança, fanfarra, rádio jovem;

2.       ao esporte: Olimbosco, Olimbosquinho, Escolinhas de Esporte, participação nos jogos regionais;

3.       às ciências: laboratórios de informática, ciências naturais e da terra, além de projetos complementares ao currículo;

4.       à formação: encontros de formação e educação continuadas para jovens, pais e professores, projetos de liderança, celebrações: mensal na catedral e semanal no Colégio, sala solidária, trabalhos comunitários de relevância social;

5.       à socialização: acantonamentos, passeios, visitas, comemorações cívicas e datas festivas ou folclóricas;

6.       à solidariedade: Projeto educação Solidária, Articulação Juvenil Salesiana e Articulação Infantil Salesiana;

 

O AGIR EDUCATIVO

das atividades da Pastoral Escolar, assume as seguintes dimensões:

a)  Comunitária: a formação e dinamização em todos os ambientes da Comunidade Educativa Pastoral, tendo a comunidade Salesiana como núcleo animador;

b)  Cultural: a inserção crítica na cultura e na sociedade, pelo respeito e valorização das culturas de seu meio;

c)   Associativa: a promoção dos mais diversos grupos, sobretudo dos de compromisso cristão e dos que participam da missão salesiana e vivem o seu espírito como experiência de vida eclesial, tendo sensibilidade pelo movimento ecumênico local. Age em parceria com setores de evangelização e promoção integral da pessoa humana.

A Pastoral Escolar do Colégio Dom Bosco, fundamenta seu trabalho no objetivo de formar um cidadão mais crítico, capaz de tomar decisões e estabelecer relações mais harmoniosas com seu semelhante e com o mundo que o cerca, sendo então, também um bom cristão.

Os jovens e crianças, sujeitos de nosso agir educativo, constituem um segmento à parte dentro da Pastoral Escolar. O preparo e o cultivo dos adultos se torna indispensável para o sucesso de nossa missão educativa.

O segmento da Pastoral Escolar que trata dos educandos concentra-se num grupo intitulado Articulação da Juventude Salesiana – AJS. A AJS é uma organização de apoio mútuo e referência (articulação) entre grupos juvenis que se identificam com a espiritualidade juvenil salesiana.

A AJS é uma rede de grupos identificados com a mesma espiritualidade. O grupo que iniciou este movimento foi o Clubinho Dom Bosco, em 1998.

A AJS trabalha a formação humana e cristã dos jovens engajados. Considera a espiritualidade como a existência de cada um, vivida como crescimento na comunhão com Deus, na amizade com Jesus Cristo, guiados pelo Espírito Santo e progressivo engajamento na Igreja.

O grupo de líderes forma a Equipe de Articulação da Juventude Salesiana (AJS).

A AIS tem seus grupos estruturados nos mesmos princípios da AJS.

 

AGIR ECONÔMICO-FINANCEIRO-ADMINISTRATIVO

são as seguintes as diretivas:

·          visão patrimonial:  manter todo o patrimônio em permanente estado de conservação;

·          visão financeira: atuar em pleno equilíbrio financeiro e estudar constantemente a relação custo x beneficio dos investimentos propostos;

·          visão econômica: ter consciência de estar à serviço da educação;

·          visão gerencial: implantar e implementar a gestão estratégica, integrando as gestões de processo, pessoas, inovação e produtividade.

 

MOMENTOS HISTÓRICOS DO COLÉGIO DOM BOSCO

1945 – Acerto preliminar entre as Inspetorias das Filhas de Maria Auxiliadora e dos Padres Salesianos para dar início a um trabalho com os meninos da região do Alto Vale, tendo em vista a interposição ao crescimento do protestantismo;

1948 – Fundação do Colégio Dom Bosco – início das obras

Admissão de alunos internos e início do curso ginasial;

1949 – Em 04 de março iniciou-se o primeiro ano letivo do Colégio Dom Bosco com 137 alunos, tendo como Diretor o P. Ângelo Moser;

1950 – Em 14 de maio de 1950 – Ato inaugural do Colégio Dom Bosco;

1951 – Assume o Ginásio Dom Bosco como diretor, o P. Victor Vicenzi.

1952 – Primeira impressão do resumo dos estatutos do Colégio Dom Bosco, regulando a saída dos internos;

1952 – Início das atividades do curso Técnico de Contabilidade;

1956 - Divisão do Internato em turmas de menores e maiores, devido ao grande número de alunos;

1957 – Construção da primeira capela do Colégio e dos laboratórios de física e química e das dependências do Grêmio Estudantil. Inaugurados o refeitório dos Salesianos e alunos, a cozinha e as salas para o Científico;

1957 – Início das atividades com o curso Científico;

1958 – Em 21 de agosto é criada a Visitadoria Salesiana São Pio X com sede em rio do Sul. No dia 22 de outubro visita do Vice-Presidente da República – João Goulart.

1958 – Em 23 de novembro é inaugurado o órgão da catedral e instalada a Visitadoria Salesiana;

1959 – Inaugurado em 11 de maio a sede dos ex-alunos época em que o Colégio esteve sob a direção do P. Érico Schmengler ;

1964 – Início da construção do Auditório Dom Bosco – cinema, teatro e auditório;

1941 a 1966 – Funcionamento do Oratório Festivo;

1951 a 1958 – Período de grande expansão do Colégio Dom Bosco;

1964 – Declínio na procura de vagas para o internato

1965 – Finda-se provisoriamente o atendimento da clientela escolar sob a forma de internato, que manteve atividades por 16 anos. Assume a direção do Colégio o P. Guerino Strngari;

1969 – Venda da Chácara localizada junto a BR 470;

1970 – É diretor do Colégio, o P. Pedro Antônio de Lima Neto que impulsiona a Pastoral da juventude. No dia 03 de junho falece, vítima de acidente no Colégio, o aluno Aldo Franciozi;

1971 – Adoção de matrículas de alunos de ambos os sexos, estando o Colégio sob a direção do P. Ervin José Conzatti;

1971 – Concessão de espaço para abrigar a UPPE – Unidade de Proteção ao Pré-escolar – Projeto Casulo, Chapeuzinho Vermelho, Domingos Sávio e AJIVB;

1972 – O noviciado Salesiano funciona em Rio do Sul. Em destaque a formação de líderes.

 -  IV feira de ciências de Santa Catarina realizada em Blumenau, a maior atração foi o helicóptero, movido a motor volkswagen, construído pelos alunos do Colégio .

1974 – Ano de reformas e atualização. Com a ajuda da Alemanha são construídos 600 m2 de lajes nos antigos dormitórios do internato. Foram reformadas as canchas de esporte. Reforma da fachada do cinema;

1975 – O Colégio está sob a direção do P. Evaldino Ropelato, que procede a uma repintura do prédio, preparando-o para os festejos dos 25 anos do Colégio e de ordenação do P. Orestes Satler. A crônica faz a seguinte referência aos estudos: “Trabalhamos com 1300 alunos.

1975 – Trabalho integrado na primeira série do ensino Médio, compreendendo a utilização do Instituto Maria Auxiliadora, com as disciplinas de português, inglês, artes,  Colégio Evangélico Rui  Barbosa, com as disciplinas de química, física, biologia e matemática e o Colégio Dom Bosco com as disciplinas referentes às ciências sociais  e educação física;

1975 – Dia 27 de dezembro – incêndio destrói o Auditório Dom Bosco;

1976 – Início das atividades de funcionamento do SENAI em Rio do Sul, nas dependências do Colégio Dom Bosco;

Em 1976, o cronista declara haver “mais de 1500 alunos entre jardim de infância, pré – primário,  primário, ginásio, segundo grau e SENAI”.

Começam a atuar com sucesso os Pequenos Cantores Dom Bosco. Aulas de violão são ministradas por professor de Blumenau; Comemoram-se os cinqüenta anos da chegada dos salesianos em Rio do Sul. Foram instalados em todos os ambientes aparelhos acústicos da Cotempo.

1977 – Com o término das atividades do Curso Científico dá-se o início das atividades do curso Auxiliar de Escritório; a meta é a criação de uma autêntica comunidade educativa; bodas de ouro do P. Francisco Spaeth com grandes homenagens;

1970 – 1985 – Funcionamento da Escola de Datilografia Dom Bosco com doze máquinas;

1971 a 1978 – Funcionamento do Dédalo – danceteria da própria escola, que gozava de bom prestígio entre as autoridades riossulenses;

1978 – Início da reforma do auditório Dom Bosco após o incêndio.

1978 – Construção de área destinada à Biblioteca, Cantina e Sala de Vídeo, sob a administração do então diretor, P. Evaldino Ropelato;

1979 – Os salesianos voltam a atender a catedral. Assume a direção do Colégio, P. Tercílio Nardelli. Em 02 de junho é lançado o primeiro disco dos Pequenos Cantores Dom Bosco, com músicas do Acácio Santana;

1980 – Em 25 de julho falece o P. Francisco Spaeth e logo em seguida seu amigo, P. Pedro Heisel. Neste ano foi autorizado a construção do Ginásio de esportes;

1981 – Início da construção do Ginásio de esportes, sob a administração do P. Tercílio Nardelli. Em 30 de maio é gravado o segundo LP dos Pequenos Cantores de Dom Bosco;

1982     - Junho: fecha-se o cinema, por não atender ao requisito da filosofia salesiana como sendo um instrumento de educação;

1983    – Assume a direção o P. Faustino Chiamenti que reconceituou o fazer pedagógico. renova a pintura do colégio, forma um conselho de pais, com representantes de cada turma, revitaliza o grêmio estudantil. Grava-se o terceiro LP dos Pequenos Cantores. O Sr Franz Russ  completa 50 anos de Brasil, vindo da Alemanha;

A tecnologia marca e define novos tempos/espaços de comunicação, que interessou ao educandos. Foram feitos pesados investimentos em novas tecnologias, colocando o Colégio na vanguarda.

Em vários momentos o Colégio atuou  com curso pré-vestibular, quando os jovens não dispunham deste serviço na comunidade.

1984 – Falecimento do P. João Wagner em 03/07, do sr. Franz Russ em 29/07 e em novembro, na Alemanha, do P. Erico Schmengler, terceiro diretor do Colégio; assume como inspetor salesiano o P. José Jovêncio Balestieri.

1984    Inicia-se uma nova perspectiva na educação do segundo grau – educação geral;1985 -  Em  março , dá-se o início as construções que abrigarão o Jardim de Infância do Colégio;

1986 – Reestruturação econômico - financeira da instituição com investimentos no patrimônio; intensificam-se  os princípios da educação libertadora; é fundada a APP e recebe-se a visita do P. Techera e reassume a direção do Colégio, P. Ervin José Conzatti;

1987 – Realização do Congresso do Sistema preventivo em Rio do Sul e comemoram-se os cinqüenta anos de ordenação dos P. Victor Vicenzi e João Wagner;

 

1986 – Finda-se o longo período de formação de contadores para o Alto Vale do Itajaí, com a duração de 34 anos, juntamente com o curso de Auxiliares de Escritório. O Colégio se destacou na preparação para técnicos em Contabilidade e secretariado.

1988 – Aquisição dos primeiros microcomputadores para a instalação do laboratório de informática; realizam-se reformas e comemora-se o centenário da morte de Dom Bosco;

1989 – reiniciam as atividades do Oratório Festivo e o Colégio assume a educação libertadora;

1990 – Inicia-se a década de trabalho pela melhoria pedagógica, reforçando os investimentos nas áreas da música e do esporte.

1990 – Desmembramento de terra, 5.492,25 m2 visando à construção de Shopping Center para a cidade de Rio do Sul;

1991 – Assume a direção do Colégio, P. Lino Fistarol.

1991 – De 21 a 27 de setembro dá-se a Iª OLIMBOSCO – Olimpíada do Colégio Dom Bosco;

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