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História e memória das civilizações indígenas



História e memória das civilizações indígenas

No dia internacional dos povos indígenas, os alunos 7 º Ano do Colégio Dom Bosco, tiveram sua aula de história sobre as civilizações pré-colombianas. O professor de história, Cleiton Baldo, conduziu o debate sobre a importância de desconstruir estereótipos e de trazer novos olhares sobre os povos originários. O momento também oportunizou outras reflexões importantes, como lembra o professor: "Refletimos sobre o colapso da Civilização Maia e como isto representa, apesar das especificidades de cada época, um alerta para a humanidade em tempos que o meio ambiente agoniza diante uma lógica exploratória gananciosa e inconsequente, tal como nos alerta a Campanha da Fraternidade. De fato, nunca foi tão necessário conhecer outras formas de interagir com a natureza. Formas como aquela que representa uma das práticas mais notáveis que se mantém entre os povos indígenas: a de uma produção alimentar que serve como salvaguarda da diversidade genética."



Neste contexto, estudantes do 7º Ano conheceram uma variedade de milho tradicionalmente cultivada e preservada pelo povo indígena Laklãno Xokleng, por muito tempo também cultivada por produtores tradicionais da agricultura familiar no Vale do Itajaí. As sementes foram presenteadas ao professor pelos amigos da Terra Indígena Laklãno que as compartilhou com os estudantes. "De uma forma muito espontânea e genuína, nossas alunas e nossos alunos tomaram como compromisso plantar as sementes e tomar todos os cuidados para que elas se multipliquem, para que um dia possam igualmente presentear alguém. Não apenas preservando sementes, mas semeando ideias e valores", testemunha o professor.

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